The Art of Listening
Não existe uma forma certa de viver o luto, nem um prazo que deva seguir. O que ofereço é um espaço para processar a perda ao seu próprio ritmo, sem pressão para estar noutro lugar que não onde está.
Juntos podemos:
Trabalho com muitos tipos de perda, incluindo a morte de um(a) parceiro(a), pai, mãe, filho(a), irmão/irmã ou amigo(a); perda gestacional e perda de um bebé; perda de uma relação ou de um modo de vida; e luto após suicídio ou perda súbita.
Completei formação adicional em apoio ao luto, incluindo com a Cruse Bereavement Support — uma das instituições de solidariedade especializadas em luto no Reino Unido.
Algumas sessões serão sobre conversar sobre memórias; outras sobre o que está a acontecer agora; outras serão silenciosas. Todas são válidas e úteis.
Obrigado por trazer de volta o sol à minha vida.
Cliente de Terapia Telefónica
Alguns especialistas dizem que é importante esperar alguns meses antes de começar o trabalho de luto. Na minha experiência, embora isso seja verdade na maioria dos casos, nem sempre o é. Algumas pessoas procuram apoio logo após uma perda, para lidar com o choque inicial e processá-lo, voltando mais tarde para fazer o trabalho de luto propriamente dito. Outras decidem começar meses ou anos depois.
Não. O luto não expira, e uma perda não resolvida surge frequentemente anos depois do acontecimento. É um motivo válido para procurar apoio.
Não há problema. Parte do que a terapia pode fazer é ajudá-lo(a) a nomear aquilo que está a carregar.